Date With Data #17: Os nossos meninos já estão tão grandes!

No próximo Date With Data (13 de maio), vamos pôr as mãos na massa como de costume, mas vamos também debruçar-nos sobre o que fizemos e o que aí vem.

Sabemos que o que faz os encontros Date With Data funcionar é a execução de projetos de pequena dimensão que possamos terminar rapidamente e manter de uma forma simples. É esse espírito prático e de resultados visíveis que nos mantém entusiasmados para nos juntarmos mais uma e outra vez.

Por isso, nesta sessão vamos (também) tratar de fazer as malas para dois dos nossos filhos predilectos – a Central de Dados e o DadosAbertos.pt – se tornarem projetos mais autónomos, orientados para contribuições de quem quiser vir ajudar, sob a chancela da Open Knowledge Portugal. Os nossos esforços em ambas as iniciativas não vão acalmar: continuaremos a trabalhar para que se tornem ainda mais eficazes e relevantes. A diferença é que dedicaremos os encontros Date With Data a outros esforços, e também anunciaremos em breve novas iniciativas para que tanto a Central como o DadosAbertos.pt possam continuar a florescer.

Assim, com menos duas bocas para alimentar, os encontros Date With Data poderão continuar a ser esse espaço de experiências consequentes e gratificantes que gostamos que seja. Temos mais hamburgarias para registar, mais andanças do Presidente para mapear e mais ideias para concretizar; neste sábado queremos também dedicar-nos a isso. (e já agora, viram a timeline do 25 de abril que concretizámos na hackathon do Festival Política?)

Vamos lá? Sábado é dia de Date With Data ;-)

Créditos: o fundo da ilustração usa uma infografia de W.E.B. Du Bois da colecção African-American Life (1900), que está no domínio público.

Date With Data invade Lisboa!

No próximo fim-de-semana, vamos levar o espírito Date With Data ao Festival da Política, que decorrerá nos dias 21 e 22 de abril em Lisboa.

No dia 22 teremos um painel dedicado ao tema Civic Tech: Como juntar pessoas à volta da informação pública, onde vamos falar da nossa experiência de 7 anos de encontros e hackdays à volta da informação sobre a sociedade em que vivemos. Discutiremos os desafios, resultados, dificuldades e próximos passos deste tipo de intervenção cidadã com as mãos na massa.

Logo a seguir, como a conversa nunca é suficiente, partiremos para uma mini-hackathon onde contaremos com um conjunto de desafios em que qualquer pessoa poderá sujar as mãos e ajudar ao esforço coletivo de libertação de informação pública e ao nosso empoderamento conjunto enquanto cidadãs e cidadãos com vontade de ver e intervir na sociedade de uma forma curiosa, bem-disposta e consequente.

Para esta mini-hackathon, é necessária a inscrição para o e-mail festivalpolitica@gmail.com, não deixes para a última que só há 20 vagas ;-)

E não deixes de espreitar o excepcional programa do Festival da Política!
Vemo-nos pela capital?

Guarda a data: o próximo Date With Data, no Porto, é dia 13 de maio!

Dados abertos caseiros 1 de abril: o Date With Data da tolice

Hoje é dia de levar os dados abertos menos a sério!

Para marcar esta data especial vamos desperdiçar um sábado inteiro com dados inoportunos, correlações absurdas, visualizações ilegíveis e tecnologias irrelevantes. Inspirados pelas Stupid Hackathons, damos um pouco de cor aos dados abertos e propomos um dia para explorar alegremente o que não levamos a sério.

Tens boas ideias? Deixa-as guardadas! Hoje é o dia das ideias tolas, e queremos sites irresponsivos, apps que compliquem a vida às pessoas, unlinked data, propostas absurdas ou redes anti-sociais.

(Para quem achar tudo isto um pouco parvo, propomos uma vista de olhos nas stupid hackathons em Nova Iorque ou São Francisco para perceber o espírito. Brincar e trocar as voltas às coisas é uma boa forma de encontrar novas abordagens e outros pontos de vista sobre o que fazemos. E nós gostamos de brincar.)

1 de abril, das 10:00 às 17:00, no UPTEC PINC (Praça Coronel Pacheco). Traz uma tripla, portátil e um caderno. Nós lavamos os dados ;)

Como foi o Open Data Day 2017

Manhã: Mapping party

O Open Data Day começou em cheio, com uma mapping party orientada pelo Open Street Map Portugal. Estreámos o site de Tarefas, onde já estavam definidas as áreas da cidade a mapear nesta manhã. A ideia central era encher o mapa de informação útil: números de polícia (vulgarmente conhecidos como números de porta), comércio local, e outros dados — multibancos, paragens de autocarro, ecopontos, ciclovias, árvores… — uma vez que o traçado das ruas já existe.

As instruções eram simples: depois de instalar o OSM Tracker no telefone, organizados em grupos de duas ou três pessoas, seguir um dos percursos definidos nas Tarefas. Pelo caminho devíamos fotografar os números de polícia, com máximo de distância possível (importante para mais tarde reconhecer a os edifícios e a distribuição das portas no mapa) e, em cada esquina, registar uma foto da rua que incluísse a placa do nome. Além dos números de polícia era útil fotografar placas de estabelecimentos e os seus respectivos horários.

A aplicação do OSM Tracker guarda imagens, notas de texto, excertos áudio, e outros apontamentos geolocalizados no percurso por isso é simples ver onde registamos cada informação. Outro truque que aprendemos, e que mostra como estes passeios para mapear são também um pretexto para descontrair e conhecer melhor um sítio, foi o de parar para café, chá ou um bolinho no caminho e guardar a fatura. Além de ajudar a recuperar as forças e as fatura costumam ter logo os dados completos de um estabelecimento: nome, morada, contactos e até o horário!

O tempo que passámos na rua a mapear passou a voar. Em quase todos os grupos tínhamos um membro do OSM que nos foi mostrando truques e fazendo os registos mais demorados. Quando voltámos ao UPTEC PINC, descarregámos os percursos do telemóvel para o computador e começámos a passar o que registámos para o OSM. Por uma questão de eficácia usamos o interface online, mas existem editores mais completos que podemos instalar, como o Josm <3

O entusiasmo de ver as coisas a aparecer no Open Street Map contagiou toda a gente e ninguém queria parar para o almoço. A solução foi encomendar e continuar a encher o OSM. No meio deu tempo para tirar imensas dúvidas, fazer piadas e aprendar mais sobre mapas e sobre o nosso país.

Tarde: Conversa & quiz

Antes de começar com as intervenções dos oradores convidados (que generosamente deram do seu tempo e recursos para estar connosco!), tratámos de fazer uma introdução ao tema e às razões que nos juntam uma vez por ano. Começámos também com um par de boas novidades:

  • Recebemos a notícia de que foi lançado um portal na Suíça que usa como base o software que criámos para a nossa Central de Dados
  • Aproveitámos o pretexto para fazer o lançamento público do dadosabertos.pt, um recurso que estamos a construir para melhor explicar os pormenores e minudências daquilo que defendemos.

Jorge Gustavo Rocha retomou a palavra para nos mostrar o que é o OpenStreetMap, falar do seu potencial e nos pôr a par do que se tem feito em Portugal. A abordagem do OpenStreetMap Portugal (OSM-PT) baseia-se na ideia de ciência cidadã: não é só na academia que se pode criar e partilhar conhecimento, é algo que podemos levar a cabo no nosso quotidiano. E nem tem de ser chato! A mapping party da manhã demonstrou que se pode passar um bom momento enquanto se enriquecem os mapas comuns.

João Tremoceiro veio demonstrar-nos como, em menos de um ano, a Câmara Municipal de Lisboa passou de entidade sem política de dados abertos a um exemplo nacional de boas práticas. Tal explica-se pela aposta na formação interna e pela abertura sincera à sociedade civil, na forma de workshops e consultas abertas para compreender as necessidades da população.

André Barbosa, editor e administrador da Wikipédia, partilhou connosco pormenores sobre a enciclopédia preferida de toda a gente, e sobre a organização que a orienta. Encaixando perfeitamente no tema dos dados abertos, passámos algum tempo a aprender sobre o Wikidata, o projeto da Wikimedia dedicado a converter o conhecimento da Wikipedia em conjuntos de dados estruturados.

Depois das intervenções e da conversa com o público, em que abordámos temas como a privacidade no contexto dos dados abertos e o impacto das novas tecnologias nas formas de fazer democracia e criar conhecimento, passámos para o momento final do dia — o quiz dos dados abertos! Foram 4 equipas a tentar deslindar as respostas às questões que orquestrámos para a ocasião.

No final, não faltaram os devidos prémios: dados para todos!

O rescaldo

Mais uma vez, ao final do dia sentimos que valeu totalmente a pena dedicarmos um sábado solarengo ao nosso entusiasmo pelos dados abertos e, especialmente, ao que podemos fazer com eles. Temos também muita gente a quem agradecer pelo dia fantástico que tivemos:

  • todas as e os habitués do Date With Data que ajudaram nos pormenores menos interessantes da organização
  • os oradores e a sua generosidade em dispensar um lindo dia de sábado para vir mostrar-nos o que de bom se faz por cá
  • o UPTEC PINC por alojar as nossas aventuras e nos dar condições excepcionais para tudo poder acontecer

Vamos agora voltar ao ritmo mensal dos encontros Date With Data. O próximo será no dia 1 de abril, e estamos a preparar um encontro diferente, dedicado a apps estúpidas, dados parvos e ideias fora de mão, seguindo o modelo das “stupid hackathons”. Aguarda pela nossa newsletter!

Open Data Day: está quase! Anda daí

Nós é mais dados! Dia 4 de março juntamo-nos à celebração mundial dos Dados Abertos para mais um sábado em cheio. O Open Data Day é uma iniciativa da Open Knowledge International, um dia por ano para mostrar, ensinar e levar mais além a agenda dos dados abertos.

A Open Knowledge Portugal, em colaboração com o Date With Data e o Transparência Hackday, organiza o Open Data Day 2017 no Porto. Um dia de actividades, apresentações e convívio sobre o tema dos dados, aberto a toda a gente.

O Open Data Day Porto 2017 está organizado em duas partes. A manhã é dedicada às mãos na massa: o Jorge Gustavo Rocha, membro do Open Street Map (OSM), vai-nos orientar numa mapping party pela cidade!

O Open Street Map é um mapa mundial colaborativo e aberto, tem como missão ser um repositório aberto de dados geográficos a nível mundial. Vamos juntos perceber melhor como funciona e como podemos contribuir para o projeto. Os dados que reunirmos durante a manhã serão o nosso contributo para tornar o Open Street Map um recurso ainda mais precioso. Para participar, basta inscrever-se e trazer um telemóvel com GPS ;)

A tarde do Open Data Day é voltada para a discussão de projetos na área dos Dados Abertos. A equipa da OKI Portugal terá as honras de abrir a tarde com uma introdução aos Dados Abertos: o que são, qual a sua importância e como contribuir para este ecossistema. Seguem-se as apresentações de Jorge Gustavo Rocha sobre o Open Street Map, de João Tremoceiro sobre os dados abertos na Câmara Municipal de Lisboa; e da Wikimedia Portugal sobre o papel dos dados abertos na Wikipedia e outros projetos da organização.

Queres festejar connosco? Inscreve-te aqui.

Podes ler sobre o ODD 2016 e o 2015, e saber como foi.

Sábado, 4 de março de 2017 no UPTEC PINC, Porto:

Manhã — Mãos na massa
09:45—10:00: Receção & café
10:00—12:30: Mapping Party: vamos mapear a cidade com o Open Street Map Portugal
Para esta atividade será necessário trazer portátil e smartphone (vamos usar o GPS, sem necessidade de ligação à internet ;)

Tarde — Talks
14:00—14:25: Receção & café
14:30—14:40: Sobre o Open Data Day – Open Knowledge Portugal
14:45—15:20: Open Street Map – Jorge Gustavo Rocha (OSM PT)
15:25—16:00: Dados abertos em Lisboa – João Tremoceiro (Câmara Municipal de Lisboa)
16:05—16:40: Wikimedia Portugal
16:45—17:20: Conversa aberta
17:30—18:00: Café & networking

O Open Data Day 2017 é organizado voluntariamente pela equipa da OKFN Portugal e pelos membros do Transparência Hackday Portugal. Um obrigada a todos os oradores que gentilmente aceitaram o nosso convite para participar. Agradecemos também o apoio incansável da UPTEC PINC por generosamente ceder o seu espaço e infraestrutura para o evento.

O cartaz do Open Data Day 2017 foi desenhado por Joana Ventura Lopes.

Este sábado Date With Data #15: Vamos construir o dadosabertos.pt

Date With Data #15 - fevereiro 2017

Falta-nos um recurso para que qualquer pessoa possa compreender rapidamente o que são dados abertos, porque é que a abertura da informação e os dados públicos são um ponto fundamental para uma democracia efectiva.

Como o que nos move é sujar as mãos, vamos construir esse recurso! Temos várias bases e ideias sobre o que este site pode ser, e um conjunto de tarefas associadas desde alinhar HTML e CSS, desenhar ícones e mascotes, editar e rever textos, colecionar recursos e ligações relacionadas… qualquer que seja a tua apetência, haverá algo em que podes ajudar! E a isto juntamos uma motivação extra — queremos lançar este site no Open Data Day 2017, 4 de março. Se te quiseres juntar a nós num sprint de produtividade para alcançarmos rapidamente resultados concretos e que façam a diferença, é aparecer.

11 de fevereiro, das 10:00 às 17:00, no UPTEC PINC (Praça Coronel Pacheco). Traz uma tripla, portátil e um caderno. Nós levamos os dados ;)

Date With Data #14: Ano novo, dados novos

Sábado temos mais um Date With Data.
Vamos ter muitos afazeres em cima da mesa: começar os preparativos para o Open Data Day 2017; rever e juntar informação sobre Portugal no Global Open Data Index; ao voltar à Central de Dados; preparar os textos que temos para publicação; entre outras.

Anda ter connosco!

14 de janeiro, das 10:00 às 17:00, no UPTEC PINC (Praça Coronel Pacheco). Traz uma tripla, portátil e um caderno. Nós levamos os dados ;)

Podes ler sobre o que fizemos em 2016 aqui, e guardar a data do próximo encontro, que vai ser dia 11 de feveiro.

Como foi 2016 e o que aí vem em 2017!

dwd-balanco2016

O ano está mesmo, mesmo a terminar, e sentámo-nos para olhar para o que fomos fazendo ao longo do ano. 2016 pode ter sido muita coisa para muita gente; para nós, foi sobretudo produtivo!

O destaque do ano, como de costume, foi a organização do Open Data Day, uma iniciativa global materializada em eventos por todo o mundo onde se aborda o que de bom se faz na cena dos dados abertos. Este ano pudemos contar com a generosa ajuda logística da Open Knowledge International e da UPTEC, bem como o fantástico contributo da AMA (que trata de manter no ar o dados.gov.pt) e da Creative Commons Portugal em proporcionar-nos um excelente debate de ideias sobre o que é isso da “abertura” e que desafios nos esperam.

Expandindo a ideia do que pode ser uma fonte de dados, experimentámos aventurar-nos pelas frentes da literatura e do texto em geral, um tema que já nos é familiar de anos anteriores:

  1. iniciámos um Guia Anti-anglicismos para proporcionar alternativas a expressões comuns que vamos usando e uniformizar as traduções que fomos fazendo.
  2. conseguimos traduzir coletivamente uma boa parte do English As She Is Spoke
  3. procurámos formas de mapear os locais em obras literárias
  4. articulámos as relações entre termos mencionados nas sessões do Parlamento
  5. continuámos a traduzir artigos relevantes para a agenda dos dados abertos
  6. engendrámos uma ferramenta para conseguir ouvir a prosódia de um discurso e testámos com um discurso de Cavaco Silva:

    Phonation

    Hum

  7. fizemos um rastejador para obter um dicionário de divisão silábica
  8. escrevemos sobre o que fazemos nos encontros, sobre o que nos motiva e tentamos explicar as variadas frentes em que nos movemos aqui

Quem nos tem seguido sabe que não andamos nisto dos dados por um encanto pela técnica; o nosso objetivo é empregá-los para conseguir visualizar e perceber melhor o mundo que nos rodeia e a sociedade que integramos. Assim, idealizámos e concretizámos dois projetos de visualização:

Continuámos a afinar a nossa querida Central de Dados:

Terminámos o ano a integrar a representação portuguesa no Open Government Partnership Summit em Paris, onde participámos em hackathons, talks e tratámos de conspirar conjuntamente com os nossos cúmplices franceses dos Regards Citoyens para ajudar a atualizar o interface do seu portal de dados sobre a Assembleia Nacional francesa.

Nos Députés

Para 2017, pretendemos continuar com o ritmo atual de encontros e concretizações. Estamos também desejosos de entrar de modo mais ativo na defesa pública da agenda dos dados abertos, através da representação portuguesa da Open Knowledge International.

Antes do ano terminar, dois apelos:

  • Marca já na agenda: o Date With Data volta em janeiro no dia 14! Na antevéspera voltamos a mandar um lembrete.
  • Está ainda aberto o período de contributos para o Global Open Data Index, o índice mundial que a Open Knowledge desenvolve. Este ano, são novamente necessários os contributos da comunidade para classificar os datasets que existem, podes ajudar?

Queremos aproveitar para agradecer a todos os que tornam o Date With Data possível e incrível: a UPTEC PINC por acolher sempre os encontros que organizamos; e todos que participaram, alguns viajando quilómetros para se juntarem a nós.

Bom ano novo, e junta-te a nós nas próximas Dates ;)

Date With Data — 12 novembro:
F___ it! Ship it!

datewithdata-nov2016

No Date With Data deste mês vamos dedicar esforços e atenção aos projetos em curso. Cada edição traz para a mesa um tema — em setembro olhámos para os dados parlamentares, em outubro para os dados do turismo — que serve de ponto de partida para experiências visuais, análises estatísticas, recolha de dados para novos datasets… e um sem fim de ideias. Apesar da nossa metodologia intensiva — “Fuck it! Ship it!” é um dos nossos lemas — nem sempre conseguimos chegar ao final do encontro com tudo terminado. Assim, chega a altura de olhar para o que temos, fazer um plano e meter as mãos na massa para acabar e lançar.

Queres saber mais acerca de Dados Abertos? Aprender que informação está disponível e como pode ser usada? Precisas de um bom plano para ocupar um sábado de inverno? Anda ter connosco!

Temos muitos afazares e todas a mãos são bem vindas: podes dar uma ajuda na análise de temas/termos dos debates do parlamento, ajudar a terminar o dataset das hamburguerias do Porto, rever as traduções de alguns textos sobre dados abertos, empacotar datasets para a Central de Dados… As possibilidades são variadas e para todos os gostos, tanto para quem gosta do lado técnico como para quem não gosta!

Além disto estamos a cozinhar duas páginas web novas: uma com a definição de Dados Abertos (pois é, ainda há muito por explicar); e outra dedicada ao Hackday & Date With Data, onde escrevemos sobre o nosso interesse pelos dados, quem somos e porque continuamos ativos e sem vontade de parar.

Esta sábado, 12 de novembro, das 10:00 às 17:00 no UPTEC PINC (Praça Coronel Pacheco). Traz uma tripla, portátil e um caderno. Nós levamos os dados ;)